Aprendendo a Aprender


Money money money
24 Abril 2008, 9:33 am
Arquivado em: *Isabela*, Música, Planeta, Youtube

Campanha publicitária WWFBrasil, criada pela agência DM9DDB.

Direção de criação: Sérgio Valente, Julio Andery e Rodolfo Sampaio
Criação: Julio Andery, Rodolfo Sampaio e Arício Fortes
Produtora de som: Play it Again
Produção musical: Tula Minassian e Lollo

E mais uma interpretação de “Money money” do musical “Cabaret”:

MONEY, MONEY 01:53
Artistas: Toyah Wilcox, Nigel Planer
Album: Cabaret



LLL (Elles)
23 Abril 2008, 12:00 am
Arquivado em: *Isabela*, Jazz, Música

Lina Nyberg

Lina Nyberg

Sueca, gosta de música brasileira e canta em português praticamente sem sotaque. Tem um disco de 2001 - Brasilien - com músicas brasileiras cantadas em sueco. Ouça aqui “Canto de Ossanha” e “At last”, excelentes, que peguei do disco Multitude de Tommy Berndtsson. Ah, o site dela é lindo.

CANTO DE OSSANHA 05:28
Autor: Vinicius de Moraes-Baden Powell
Artista: Lina Nyberg
Album: Multitude

AT LAST 06:26
Artista: Lina Nyberg
Album: Multitude

Laura Cantrell

Laura Cantrell

A música “Trains and boats and planes” de Burt Bacharach-Hal David está disponível para download nos sites iTunes, Amazon e eMusic e estava em primeiro lugar neste último. Laura Cantrell que deu um tempo de três anos para cuidar da filhota, voltou muito bem, seu disco é ótimo.

TRAINS AND BOATS AND PLANES 04:14
Autores: Burt Bacharach-Hal David
Artista: Laura Cantrell
Album: Trains and Boats and Planes

Lisa Ono

Faz muito sucesso no Japão. Canta tudo em ritmo de bossa-nova: canções francesas e italianas, boleros e até soul music. “You’ve got a friend” ficou particularmente bonita em sua voz. Atente para algo interessante: a introdução de “Trains and boats and planes” com Laura Cantrell remete ao refrão de “You’ve got a friend”. Eu acho.

YOU’VE GOT A FRIEND 04:37
Artista: Lisa Ono
Album: Soul & Bossa



O turbilhão da vida
21 Abril 2008, 12:14 pm
Arquivado em: *Isabela*, Cinema, Música

Jeanne Moureau - Jules e Jim

LE TOURBILLON DE LA VIE (From The Film “Jules Et Jim”) 2:01
Autor: Georges Delerue
Artista: Jeanne Moreau
Album: Jeanne Moreau

Elle avait des bagues à chaque doigt,
Des tas de bracelets autour des poignets,
Et puis elle chantait avec une voix
Qui, sitôt, m’enjôla.
Elle avait des yeux, des yeux d’opale,
Qui me fascinaient, qui me fascinaient.
Y avait l’ovale de son visage pâle
De femme fatale qui m’fut fatale {2x}.
On s’est connus, on s’est reconnus,
On s’est perdus de vue, on s’est r’perdus d’vue
On s’est retrouvés, on s’est réchauffés,
Puis on s’est séparés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l’tourbillon de la vie
Je l’ai revue un soir, hàie, hàie, hàie
Ça fait déjà un fameux bail {2x}.
Au son des banjos je l’ai reconnue.
Ce curieux sourire qui m’avait tant plu.
Sa voix si fatale, son beau visage pâle
M’émurent plus que jamais.
Je me suis soûlé en l’écoutant.
L’alcool fait oublier le temps.
Je me suis réveillé en sentant
Des baisers sur mon front brûlant {2x}.
On s’est connus, on s’est reconnus.
On s’est perdus de vue, on s’est r’perdus de vue
On s’est retrouvés, on s’est séparés.
Dans le tourbillon de la vie.
On a continué à toumer
Tous les deux enlacés
Tous les deux enlacés.
Puis on s’est réchauffés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l’tourbillon de la vie.
Je l’ai revue un soir ah là là
Elle est retombée dans mes bras.
Quand on s’est connus,
Quand on s’est reconnus,
Pourquoi se perdre de vue,
Se reperdre de vue ?
Quand on s’est retrouvés,
Quand on s’est réchauffés,
Pourquoi se séparer ?
Alors tous deux on est repartis
Dans le tourbillon de la vie
On à continué à tourner
Tous les deux enlacés
Tous les deux enlacés.



O silêncio interior
19 Abril 2008, 6:04 pm
Arquivado em: Figuras, Fotografia, Música, Youtube

Henri Cartier-Bresson - Edith Piaf “Hino ao amor”

Fotos de Truman Capote, Arthur Miller, William Faulkner, Samuel Beckett, Susan Sontag, Ezra Pound, Robert Lowell, Paul Valéry, Simone de Beauvoir, Jean-Paul Sartre, Albert Camus, Marc Chagall, Marcel Duchamp, Alberto Giacometti, Matisse, Igor Stravinsky, Jean Renoir, John Huston, Marilyn Monroe, Dalai Lama, Robert F. Kennedy, Che Guevara, Carl Jung e outros retratados por Henri Cartier-Bresson.

“Procuro sobretudo um silêncio interior, traduzir a personalidade e não uma expressão.” (Henri Cartier-Bresson) 



Onde ou quando
9 Abril 2008, 12:05 am
Arquivado em: *Isabela*, Cinema, Jazz, Música, Standards

O compositor Richard Rodgers (1902-1979) e o letrista Lorenz Hart (1895-1943) não se tornaram tão conhecidos como, por exemplo, Cole Porter e George Gershwin. Felizmente não se pode dizer o mesmo sobre suas canções.

Manhattan, Blue Moon, Easy To Remember, My Funny Valentine, The Lady is Tramp, Have You Met Miss Jones?, Bewitched, Bothered and Bewildered, Where or when… quem não conhece ao menos um destes standards? São da dupla Rodgers e Hart.

Where or when é uma linda composição feita para o musical Babes in Arms em 1937 e já foi gravada por mais de cem intérpretes, entre eles Duke Ellington, Julie Andrews, Nat King Cole, Erroll Garner, Frank Sinatra, Julie London e Peggy Lee - nos tempos em que cantava com a orquestra de Benny Goodman.

Cada uma dessas interpretações lhe deu uma roupagem especial e é por isso que, como disse Oscar Wilde, a música é o tipo de arte mais perfeita, pois nunca revela seu último segredo.

Gosto muito das interpretações de Frank Sinatra e de Peggy Lee. Mas, se tiver que escolher especialmente uma, fico com a da Shepheard’s Hotel Jazz Orchestra pelos solos de clarinete e violino e por possuir um sinergismo que provoca agradável comoção e nostalgia.

Por causa desta interpretação, tenho procurado outras gravações dessa orquestra, até mesmo mais informações de *onde ou quando* foi feita a versão utilizada no filme O paciente inglês (1996) – que, inclusive, tem uma trilha sonora recheada de coisas boas como Fred Astaire e Ella Fitzgerald cantando Cheek to cheek de Irving Berlin, a interpretação de Benny Goodman para Wang wang blues e One o’clock jump e o piano de Julie Steinberg na Aria de The Goldberg Variations de J. S. Bach — mas não encontrei mais nada. Só mesmo perguntando ao Gabriel Yared.

WHERE OR WHEN
Música Richard Rodgers / Letra Lorenz Hart
Artista: Shepheard’s Hotel Jazz Orchestra
Album: O paciente inglês - Trilha sonora original



Centenários
5 Abril 2008, 10:28 am
Arquivado em: *Isabela*, Cinema, Clássicos, Figuras, Música

A atriz Bette Davis e o maestro Herbert Von Karajan têm em comum a data de nascimento: 05 de abril de 1908 e, portanto, a comemoração de seus centenários hoje.

Para Karajan, foram programadas várias homenagens: a rádio pública ORF lhe dedicará uma programação especial de 24 horas, a Filarmônica de Berlim fará concertos em sua homenagem, a Deutsche Grammophon lançou um box com CDs e DVDs, a Sony lançou 30 DVDs com os concertos mais importantes do maestro e uma exposição de fotografias feitas por Siegfried Lauterwasser, seu fotógrafo preferido, será inaugurada no Museo Überlingen.

Para Ruth Elizabeth “Bette” Davis, ganhadora de dois Oscar, a Warner Bros. editou uma coleção com sete DVDs de seus clássicos, o serviço postal dos EUA publicou um selo especial com seu rosto e hoje canais de televisão norte-americanos apresentarão alguns de seus filmes. No Brasil, o canal TCM que normalmente homenageia os aniversários das estrelas de cinema, parece que esqueceu de seu centenário pois não vi nenhum filme dela na programação.

Fonte: EFE

Atualização. Embora sem tempo, escrevi diligentemente estas linhas para não deixar a data passar em branco. Agora, ao menos para Bette Davis, resolvi inserir esta cena formidável do filme de Robert Aldrich What Ever Happened to Baby Jane? — O que terá acontecido a Baby Jane? de 1962. Ou seja, no final das contas, ela dá o presente.



Gracias a la vida
2 Abril 2008, 12:00 am
Arquivado em: *Isabela*, Español, Música

Composição: Violeta Parra

Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me dió dos luceros que cuando los abro
Perfecto distingo lo negro del blanco
Y en alto cielo su fondo estrellado
Y en las multitudes el hombre que yo amo

Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me ha dado el oído, que en todo su ancho
Traba noche y dia grillos y canarios
Martirios, turbinas, ladridos, chubascos
Y la voz tan tierna de mi bien amado

Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me ha dado el sonido y el abecedario
Con él las palabras que pienso y declaro
Madre, amigo, hermano y luz alumbrando
La ruta del alma del que estoy amando

Gracias a la vida,que me ha dado tanto
Me ha dado la marcha de mis pies cansados
Con ellos anduve ciudades y charcos
Playas y desiertos, montañas y llanos
Y la casa tuya, tu calle y tu patio

Gracias a la vida, que me ha dado tanto
Me dió el corazón que agita su marco
Cuando miro el fruto del cerebro humano
Cuando miro el bueno tan lejos del malo
Cuando miro el fondo de tus ojos claros
Gracias a la vida, que me ha dado tanto

Me ha dado la risa y me ha dado el llanto
Así yo distingo dicha de quebranto
Los dos materiales que forman mi canto
Y el canto de ustedes que es el mismo canto
Y el canto de todos que es mi propio canto

Gracias a la vida



“E as águas desse rio, onde vão, eu não sei…”
14 Março 2008, 11:59 am
Arquivado em: *Isabela*, Música, Sentimentos

Sylvia Telles
Sylvia Telles (1934-1966): a Dindi da canção.

DINDI (1959)

Autores: Aloysio de Oliveira, Tom Jobim, Ray Gilbert.

Céu, tão grande é o céu
E bandos de nuvens que passam ligeiras
Prá onde elas vão, ah, eu não sei, não sei
E o vento que fala das folhas
Contando as histórias que são de ninguém
Mas que são minhas e de você também
Ai, Dindi
Se soubesses o bem que eu te quero
O mundo seria, Dindi, tudo, Dindi, lindo, Dindi
Ai, Dindi
Se um dia você for embora me leva contigo, Dindi
Olha, Dindi, fica, Dindi
E as águas desse rio
Onde vão, eu não sei
A minha vida inteira, esperei, esperei por você, Dindi
Que é a coisa mais linda que existe
É você não existe, Dindi.