Você sabe de que são as imagens abaixo?



Fotos: Kenneth LIBBRECHT, SnowCrystals.com
São fotos de cristais de neve que caíram em Ontário, Alasca, Vermont, Michigan e nas montanhas da Sierra Nevada, Califórnia, capturadas sob o microscópio pelo professor de física do Instituto de Tecnologia da Califórnia, Kenneth Libbrecht, que vem fotografando cristais em microscópios há mais de uma década e agora mostra as mais belas imagens no livro The Art of the Snowflake.
Seu método consiste em deixar a neve cair em uma tábua de coleta, depois a examina e seleciona as espécies mais interessantes para fotografá-las. Segundo ele, a água congelada forma vários tipos de cristais, sendo que a maioria tem seis lados, embora outros cheguem a ter doze.
O professor Libbrecht diz que os cristais formados de maneira mais perfeita costumam ser encontrados durante nevascas leves com pouco vento, por isso cada nevasca é uma aventura fotográfica porque traz cristais diferentes.

A criação de Oz, propriamente dita, já passou a ser lendária: o autor, L. Frank Baum, batizou seu mundo mágico com as letras O-Z da última gaveta de seu arquivo.
Baum teve uma vida estranha, cheia de altos e baixo. Nasceu rico, herdou de seu pai uma cadeia de pequenos cineteatros, e os perdeu por má administração. Escreveu uma peça de sucesso e vários fracassos. Os livros sobre Oz fizeram dele um dos principais escritores de histórias infantis da época mas todos os seus outros romances de fantasia naufragaram. The Wonderful Wizard of Oz e uma adaptação musical deste livro para a ribalta restauraram as finanças de Baum; mas uma tentativa financeiramente desastrosa de fazer uma turnê pelos Estados Unidos promovendo seus livros com um fairylogue de eslaides e filmes levou-o a pedir falência em 1911. Depois disso, vivendo à custa do dinheiro da mulher em “Ozcot”, Hollywood, ele criou galinhas e ganhou prêmios em exposições de flores. Suas finanças melhoraram após o pequeno sucesso de um musical da série Oz, The Tik-Tok Man of Oz, mas em seguida ele as arruinou novamente ao montar sua própria companhia cinematográfica, a Oz Film Company, e tentar infrutiferamente filmar e distribuir os livros da série Oz. Após dois anos preso ao leito e, conta-se, ainda otimista, morreu em maio de 1919 (Salman Rushdie, O mágico de Oz, Rocco, p.14-15).
La cibercultura, sin referencialidad ni significado, nos abre las puertas a un paraiso sin dioses ni utopias, un jardin cool donde sólo el nihilismo desdramatizado, espontáneo y lúdico, conforma cada uno de los actos de nuestra existencia. El paisaje que nos ofrece este hipercapitalismo libidinal se asemeja a esos cuadros de Tanguy: espacios sin horizonte donde los seres multicolores, casi en estado larvario, parecen flotar en un mundo que nos propone una última ingenuidad edénica; exorcizar, por la vía del consumo, de la indiferencia y el zapping, la historia y la muerte como fundamentos de la condición humana (Alvaro Cuadra Rojas; Carlos Ossa Swears, Modernidad y Comunicación Social).

Yves TANGUY (1900-1955). Jamais Plur (Never again), 1939. Scottish National Gallery of Modern Art, Edinburgh (920×730mm Oil on canvas).

Yves TANGUY (1900-1955). Dehors (Outside), 1929. Scottish National Gallery of Modern Art, Edinburgh (1160×895mm Huile sur toile).
